Seis em cada dez crianças e adolescentes vivem na pobreza

Seis em cada dez crianças e adolescentes vivem na pobreza

Seis em cada 10 crianças e adolescentes vivem na pobreza no Brasil, de acordo com o estudo “Pobreza na Infância e na Adolescência”, divulgado pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância).
O levantamento, feito com base na Pnad 2015 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), aponta que a “pobreza é mais que renda”, pois leva em consideração fatores como educação, informação, trabalho infantil, moradia, água e saneamento. A ausência de um ou mais desses seis direitos coloca meninas e meninos em situação de “privação”. O estudo mostra ainda que 24,5% das crianças e adolescentes não têm acesso à internet, mas têm acesso à televisão.
“Incluir a privação de direitos como uma das faces da pobreza não é comum nas análises tradicionais sobre o tema, mas é essencial para dar destaque ao conjunto dos problemas graves que afetam as possibilidades de meninas e meninos desenvolverem o seu potencial e garantir o seu bem-estar”, explica Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.
A pesquisa mostra que, no Brasil, 32 milhões de meninas e meninos (61%) vivem na pobreza, em suas múltiplas dimensões. Desses, 6 milhões são afetados somente pela pobreza financeira, que vivem em famílias “monetariamente pobres, mas têm os seis direitos analisados pelo estudo garantidos”.
Outros 12 milhões, porém, além de viver na pobreza monetária, têm um ou mais direitos negados, estando em uma situação de privação múltipla. O estudo apresenta outro dado: 14 milhões de meninas e meninos têm um ou mais direitos negados, embora não sejam monetariamente pobres.
Somando esses dois últimos grupos, o Brasil conta com quase 27 milhões de crianças e adolescentes (49,7% do total) com um ou mais direitos negados, em situação de “privação”.
Entre os aspectos analisados, o saneamento é a privação que afeta o maior número de crianças e adolescentes (13,3 milhões), seguido por educação (8,8 milhões), água (7,6 milhões), informação (6,8 milhões), moradia (5,9 milhões) e trabalho infantil (2,5 milhões).

Adolescentes
Adolescentes são os que mais têm direitos negados (58% para o grupo de 11 a 13 anos, e 59,9% para os de 14 a 17 anos) que as crianças mais jovens (39,7% para o grupo de até 5 anos e 45,5% para as crianças de 6 a 10 anos).
Racismo
Os moradores da zona rural são mais afetados de privações do que os da zona urbana. Crianças e adolescentes negros sofrem mais violações do que os brancos, “reflexo da discriminação racial e exclusão que muitas crianças e muitos adolescentes sofrem no Brasil”. Moradores das regiões Norte e Nordeste enfrentam mais privações do que os do Sul e Sudeste.
Ainda de acordo com o levantamento, crianças e adolescentes experimentam um número maior de privações conforme crescem. Muitos deles, aliás, estão expostos a mais de uma privação simultaneamente. Há 14,7 milhões de meninas e meninos com apenas uma; 7,3 milhões com duas; e 4,5 milhões com três ou mais privações.
Neste último grupo, existem 13,9 mil crianças e adolescentes que não têm acesso a nenhum dos seis direitos analisados pelo estudo e, com isso, estão completamente à margem de políticas públicas.


Primeira etapa do maior campeonato de jiu-jitsu de AL acontece nos dias 18 e 19

Primeira etapa do maior campeonato de jiu-jitsu de AL acontece nos dias 18 e 19

Nos dias 18 e 19 de agosto, próximo final de semana, o ginásio do Lar São Domingos, em Mangabeiras, será palco da primeira etapa do Circuito Alagoano de Jiu-Jitsu, maior evento da modalidade no Estado. Com a expectativa de reunir mais de 700 atletas nos dois dias de competição, o campeonato se tornou diferenciado pela premiação em dinheiro e incentivo aos atletas de todas as idades e categorias.

“O Circuito Alagoano foi idealizado há três anos e, desde então, crescemos e nos tornamos o maior campeonato de jiu-jitsu do Estado, o que melhor premia e incentiva os atletas e o que apresenta a melhor estrutura. Avançamos muito, ampliamos a premiação e incluímos algumas categorias este ano, tudo para contemplar ainda mais os competidores”, explicou o professor Erick Costa, um dos responsáveis pela organização.
Além das medalhas e troféus, os atletas que se consagrarem campeões nas categorias Absoluto pontuam para o ranking da Liga, que premiará os melhores de todas as faixas com dinheiro e brindes, em um grande evento que se realizará em dezembro.
A grande novidade da edição 2018 do Circuito Alagoano de Jiu-Jitsu é a inclusão da modalidade Subsmission, que é o jiu-jitsu sem kimono, também conhecido como NOGI. “Este ano, as três etapas da competição terão um espaço apenas para o NOGI, como forma de incentivarmos ainda mais a prática dessa modalidade em nosso Estado e incluir, ainda, atletas de outras modalidades, como o wrestling”, destacou a professora Sibele Lima, também organizadora do evento.
A organização da competição, em parceria com a Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude (Selaj), ainda disponibilizou 300 leitos gratuitos para a hospedagem de atletas de outras cidades e Estados. Além disso, este ano os atletas da categoria Master – acima de 30 anos – também terão um Absoluto exclusivo. Segundo Sibele Lima, “essa foi a forma que a Liga Alagoana de Jiu-Jitsu encontrou para valorizar ainda mais o pessoal da velha guarda, grandes responsáveis pelos primeiros passos do nosso esporte”.
Todas as informações sobre a competição estão na plataforma www.lajj.com.br. No sábado, os combates começam às 8h30 com as crianças, mulheres de todas as categorias e homens faixas brancas adulto e master. A partir das 14h do sábado, começam os combates NOGI, do juvenil ao Master. No domingo, com início no mesmo horário, é a vez dos homens faixas preta, marrom, roxa e azul e de seus Absolutos.
Para ter acesso ao ginásio, é preciso levar 1kg de alimento não perecível, que será doado a instituições de caridade parceiras da Liga Alagoana de Jiu-Jitsu (LAJ-J), responsável pela organização do evento.


Com 3 etapas, Alagoano de Futebol Feminino vai de 1º de setembro a 14 de outubro

Com 3 etapas, Alagoano de Futebol Feminino vai de 1º de setembro a 14 de outubro

Com informações do Futeboldealagoas
O Campeonato Alagoano de Futebol Feminino, temporada 2018, vai ser realizado de 1º de setembro a 14 de outubro, terá um total de três etapas e o campeão vai participar de seletiva do Campeonato Brasileiro. É o que ficou definido na reunião do Conselho Arbitral para tratar sobre a competição.

O Estadual da categoria vai contar com a participação de seis equipes: CEO, Coruripe, CSA, Desportivo Aliança, Dimensão Capela e União Desportiva. Na primeira fase todas vão se enfrentar, em jogo apenas de ida. Daí as quatro melhores disputam semifinal (segunda fase) através de cruzamento olímpico. As vencedoras disputarão o título (terceira fase).
O Alagoano 2018 de Futebol Feminino terá um total de sete datas e a União Desportivo Alagoana vai defender o título de campeão por cinco vezes consecutivas.
A data limite para a inscrição das atletas que irão disputar a competição será obrigatoriamento publicada no BID até o último dia útil anterior ao início da última rodada da primeira fase. Com idade mínima para as atletas nascidas a partir do ano de 2002.
E uma grande novidade que vai valorizar ainda mais a competição feminina é transmissão dos jogos através da plataforma Mycujoo.


CSA mantém preços e começa a vender ingressos nesta terça-feira

CSA mantém preços e começa a vender ingressos nesta terça-feira

A direção do CSA bateu o martelo e vai praticar os mesmos valores de ingressos para o jogo contra o São Bento, marcado para as 21h do próximo sábado, no Estádio Rei Pelé, pela 21ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, os bilhetes só vão estar à disposição do público a partir desta terça-feira.
Os valores são os seguintes: R$ 15 para a arquibancada baixa, R$ 25 para as arquibancadas altas, e R$ 100 para as cadeiras. E os ingressos poderão ser encontrados nos já tradicionais pontos de venda: Loja do Azulão (Antiga Avenida Amélia Rosa/Jatiúca), Poly Sport (Shopping Pátio, Maceió Shopping e Centro) e Arena das Torcidas (Farol).

O detalhe é que, desde junho, a apresentação de documento oficial com foto, por parte do sócio-torcedor, passou a ser obrigatória nos jogos com mando de campo do CSA. A medida busca aumentar a segurança no processo de identificação dos associados.
Já sobre os próximos desafios dentro de campo, o lateral-esquerdo Rafinha, falou sobre a goleada sofrida em Goiânia.
– Começamos bem o jogo. Só que, infelizmente, acabamos ficando com um homem a menos, atuando fora de casa e contra um adversário qualificado como é o Goiás. Por isso, as coisas se tornaram difíceis. Mas isso já é passado e, agora, já estamos focados no São Bento.
Ainda à Rádio Gazeta, Rafinha admitiu que sua equipe esteve abaixo do esperado:
– Agora é erguer a cabeça porque estamos bem na tabela, graças à gordura que criamos no 1º turno. É trabalhar forte para voltar a vencer. Vamos para uma fase da competição em que vai ser mais difícil pontuar porque todo mundo está buscando mais informações da nossa equipe.
E sobre o próximo rival, Rafinha fez seu alerta.
– É um time que está na parte de baixo da tabela e que vai tentar uma reação aqui em Maceió. Portanto, nosso time vai precisar de muita atenção para não ser surpreendido em casa.


Viaduto desaba na Itália; há pessoas e carros sob os escombros

Viaduto desaba na Itália; há pessoas e carros sob os escombros

Um enorme viaduto desmoronou na manhã desta terça-feira (14) na cidade de Gênova, na Itália. De acordo com jornais locais, bombeiros, ambulâncias e policiais foram acionados. Pelo menos duas pessoas morreram, mas imprensa italiana acredita que esse número seja muito maior. Automóveis estão sob os escombros.
Segundo o site “24 ore”, a queda pode ter sido causada por uma falha estrutural decorrente do mau tempo e de fortes chuvas que atingem o local.
O “Corriere della Sera” relata que as pistas caíram no chão de uma altura de aproximadamente cem metros: A ponte é a A-10, que liga Gênova a Ligúria, onde chove sem parar. A Defesa Civil havia inclusive declarado o alerta laranja. O viaduto foi construído na década de 1960.


Operação prende médicos que estariam atuando ilegalmente em Alagoas

Operação prende médicos que estariam atuando ilegalmente em Alagoas

Uma operação realizada pelo Ministério Público Estadual (MPE/AL) prendeu, no início da manhã deste terça-feira (14), três pessoas suspeitas de exercer ilegalmente a Medicina em Alagoas. Elas foram levadas para a sede do órgão, em Maceió, para prestar esclarecimentos.
De acordo com informações iniciais, os detidos seriam médicos formados na Bolívia e que estariam trabalhando de forma ilegal no Estado, dando plantões.

Um vídeo mostra o momento da prisão de um homem, que é tirado por policiais de dentro de um carro, onde estava acompanhado por uma mulher que seria mãe dele.
Mais informações serão divulgadas em instantes pelo MPE/AL.


Conta de luz só irá baixar com revisão de regras, diz diretor da Aneel

Conta de luz só irá baixar com revisão de regras, diz diretor da Aneel

A alta no preço das contas de luz só vai ser solucionada se houver revisão das regras sobre encargos setoriais, subsídios do setor elétrico embutidos na conta de luz, sobre o risco hidrológico e diminuição nos tributos cobrados na distribuição de energia, defendeu hoje (13) o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.
As tarifas de energia subiram em média cerca de 15% este ano, acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro e julho ficou em 2,94%. De acordo com Rufino, que amanhã passa o comando da agência reguladora para o diretor André Pepitone, esse custo tem que ser “revisitado”.
“Esse é um ponto que tenho manifestado permanentemente a minha preocupação. Alguns itens que compõem a tarifa têm que ser discutidos. O nível de tributação incidente sobre energia elétrica é exagerado e isso precisa ser repensado, pois em alguns casos os valores podem chegar a quase 40% do custo, disse à Agência Brasil.
A revisão do risco hidrológico é outro ponto defendido por Rufino como necessário para propiciar a redução nas contas. O risco hidrológico, ou GSF, na sigla em inglês, é apontado como uma das principais variáveis que influenciam na cor da bandeira tarifária, ao lado do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que é o preço da energia elétrica no mercado de curto prazo.
Matriz energética
Para Rufino é necessário debater uma mudança na matriz energética, especialmente no que diz respeito ao uso de termelétricas para suprir a demanda de energia em período de escassez de chuvas.
“Tem toda essa situação da escassez hídrica, com o regime de chuvas desfavorável e pela dependência que a gente tem da geração hidrelétrica isso agravou muito a situação. Mas também uma reavaliação da própria matriz”, disse.
Encargos
Outro ponto destacado é a revisão dos encargos setoriais. De acordo com Rufino, parte do custo desses encargos que subisidiam atividades de irrigação para produtores rurais, empresas que prestam serviços públicos de saneamento e a tarifa social para consumidores de baixa renda, acabam sendo cobrados diretamente ao consumidor.
“Os encargos setoriais é outro item, subsídios pagos pelo setor de energia elétrica, tem que ser reavaliado. Ele tem um peso muito grande e tem quase o mesmo tamanho do cusot e prestação de serviço por parte das distribuidoras”, afirmou Rufino.
Na semana passada, a Aneel aprovou, após pedido da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), consulta pública para a revisão no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2018. Pela proposta, o aumento no fundo será de R$ 1,446 bilhão. O valor será repassado por meio da tarifa de energia, na conta de luz. “Essa decisão não é neutra. Se decide hoje e amanhã temos que repercutir na tarifa”, afirmou Rufino.
A medida foi questionada pelo ministro de Minas e Energia, Moreira Franco que, em ofício, pediu que a Aneel só realizasse algum tipo de repasse após o final da consulta. Na ocasião, o ministro disse ter se surpreendido com a notícia de que o repasse seria imediato.
Para o ministério, a cobrança imediata infringe a lei 9.427/1996, que criou a Aneel e estabelece que “o processo decisório que implicar afetação de direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores, mediante iniciativa de projeto de lei ou, quando possível, por via administrativa, será precedido de audiência pública convocada pela Aneel.”
Rufino disse já ter conversado com o ministro e argumentou que suspensão não resolve a situação. “A consulta é muito mais no sentido de discutir se o cálculo está correto, mas não de se discutir se vai repassar ou não; porque isso já está dado. Quando houve a decisão de aumentar o valor da CDE, não tem mágica… via de consequência é repassar para o consumidor”, disse.
A CDE é usada para custear diversas políticas públicas do setor elétrico brasileiro, como o subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda; programas como o Luz Para Todos; pagamento de indenizações a empresas e compra de parte do combustível usado pelas termelétricas.


Rosa Weber toma posse nesta terça na presidência do TSE e comanda tribunal nas eleições 2018

Rosa Weber toma posse nesta terça na presidência do TSE e comanda tribunal nas eleições 2018

A ministra Rosa Weber tomará posse nesta terça-feira (14) como nova presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A cerimônia está marcada para as 20h e também tomarão posse os ministros Luís Roberto Barroso (novo vice-presidente da Corte) e Jorge Mussi (novo corregedor-geral da Justiça Eleitoral).
Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber assumirá o comando do TSE no lugar Luiz Fux e comandará a Corte até maio de 2020.
Caberá à nova presidente do TSE comandar o processo eleitoral de outubro, no qual serão escolhidos o novo presidente da República, governadores, senadores e deputados (federais, estaduais e distritais).
Perfil
Rosa Weber tem perfil discreto, não costuma conceder entrevistas coletivas a jornalistas após as sessões das quais participa e também evita falar fora do tribunal sobre casos em andamento.
Nascida no Rio Grande do Sul, entrou na magistratura trabalhista em 1976 como juíza substituta do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), com sede em Porto Alegre.
Trinta anos depois, em 2006, Rosa Weber chegou ao cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e, cinco anos depois, em 2011, foi indicada para o Supremo pela então presidente Dilma Rousseff.
Rosa Weber tem atuação reconhecida na área trabalhista. Quando foi indicada para o STF, teve o nome aprovado pelo Senado por 57 votos a 14.
“Tenho muito orgulho e digo com toda humildade: tenho muito orgulho de ter e ser há 35 anos uma juíza do trabalho. É o que sou e é o que tenho a oferecer”, disse à época.
A nova presidente do TSE foi professora da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), no curso de Ciências Jurídicas e Sociais, entre 1989 e 1990.
Na faculdade, lecionou as disciplinas de direito do trabalho e processo do trabalho.
O ex-presidente Lula, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo (SP), antes de ser preso (Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo) O ex-presidente Lula, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo (SP), antes de ser preso (Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo)
O ex-presidente Lula, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo (SP), antes de ser preso (Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo)
Lula
Sob a presidência de Rosa Weber, o TSE terá de analisar, por exemplo, os registros dos candidatos a presidente na eleição deste ano.
Umas das candidaturas que será registrada é a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Condenado pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4), responsável em segunda instância pela Lava Jato, Lula está preso em Curitiba (PR) desde abril.
Pela Lei da Ficha Limpa, uma pessoa condenada por órgão colegiado da Justiça não pode se candidatar. O TSE tem até o dia 17 de setembro para avaliar se permite a candidatura de Lula.
Outros temas
Aplicação da Lei da Ficha Limpa: Rosa Weber votou a favor da aplicação da norma em casos de políticos condenados por abuso de poder antes de 2010. Para a ministra, o político deve preencher os requisitos da lei.
‘Judicialização’ da política: Durante a sabatina no Senado, declarou: “Sabe-se que o parlamento é a consagração da vida política. A atuação do Judiciário não substitui a política”.
Julgamento da chapa Dilma-Temer: Durante o julgamento, a ministra afirmou ter constatado “prova cabal” do pagamento de propina a partidos políticos até 2014, “seja na forma de doação oficial seja por meio de caixa 2”.

Fonte: G1.


TSE cobrará de candidatos cassados custos de novas eleições

TSE cobrará de candidatos cassados custos de novas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou nesta segunda, 13, um acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU) para viabilizar a cobrança dos gastos da Justiça Eleitoral com a realização de novas eleições após a cassação do mandato dos eleitos.
O acordo foi assinado neste tarde pelo presidente do TSE, ministro Luiz Fux, que será sucedido na terça, 14, pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber. A ministra permanecerá no cargo até 2020.
Segundo Fux, todas as verbas que forem gastas pela Justiça Eleitoral para custear as eleições suplementares deverão ser ressarcidas. A cobrança deve ocorrer por meio de uma ação movida pela AGU na Justiça.
“O próprio Supremo Tribunal Federal entendeu que quem concorre a qualquer tipo de cargo ou concurso, com base em liminar, fica sujeito, como dizia o saudoso Barbosa Moreira [jurista], a chuvas e trovoadas”, disse o ministro Fux.
Desde as eleições de 2014, a AGU recorre à Justiça para recuperar os custos de novas eleições. Em março, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Tocantins gastou cerca de R$ 15 milhões para organizar o novo pleito para o governo do estado em função da cassação do ex-governador Marcelo Miranda.


Saques de cotas do PIS/Pasep começam nesta terça-feira (14)

Saques de cotas do PIS/Pasep começam nesta terça-feira (14)

As cotas do PIS/Pasep começarão a ser pagas nesta terça-feira (14) para cotistas de todas as idades.
Os segurados com até 59 anos têm até o dia 28 de setembro para realizarem os saques das cotas. O atendimento nas agências acontece para todas as idades até o dia 28 de junho de 2019. Os cotistas com mais de 60 anos podem sacar o benefício em qualquer momento, sendo que o pagamento só é suspenso durante o mês de julho para reajuste do valor.
Os funcionários da rede particular podem sacar o benefício (PIS) na Caixa Econômica Federal. Já os da rede pública recebem o Pasep, benefício vinculado ao Banco do Brasil.
É preciso apresentar um documento oficial com foto e o número do NIS para realizar o saque. Para mais informações, os cotistas podem ligar para os números 0800 726 0207 (Caixa) ou 0800 729 0001 (Banco do Brasil).
Quem recebe as cotas?
As cotas do PIS/Pasep são pagas aos contribuintes que foram cadastrados até 4 de outubro de 1988, que ainda não sacaram o saldo da conta individual e que tenham contribuído com o fundo. Caso o cotista tenha falecido, os dependentes podem receber o valor, mediante a apresentação de documentos que comprovem o parentesco.
Os cotistas do PIS podem conferir o saldo aqui. Os do Pasep devem clicar aqui
Como sacar as cotas?
No caso do PIS, os cotistas que possuem conta corrente na Caixa têm o benefício depositado diretamente. Os valores até R$ 3 mil podem ser sacados em postos de autoatendimento, enquanto cotas superiores devem ser sacadas em uma agência da Caixa.
Para os funcionários que têm direito às cotas do Pasep podem receber o saldo diretamente na conta corrente ou poupança.


Prefeitura cobra responsabilidades no caso da UPA

Prefeitura cobra responsabilidades no caso da UPA

O prefeito em exercício Márcio Henrique se reuniu na manhã desta segunda-feira (13), na prefeitura, com membros da Comissão Permanente de Acompanhamento e a diretoria da Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O objetivo foi de pedir esclarecimentos sobre o fato ocorrido com o paciente José Wellington Tomé da Silva. O paciente deu entrada na UPA e a família acusa uma profissional daquele estabelecimento de negligência médica.
Márcio Henrique solicitou ao IDAB o afastamento da profissional, até que o processo seja apurado, e que o Instituto verifique também a capacidade técnica de todos os profissionais e envie os resultados à Comissão Permanente da prefeitura.
Sobre a apuração do caso, que envolve a profissional da UPA, Márcio destacou. “A Comissão da Prefeitura fará a sua própria avaliação. Iremos avaliar também o relatório da sindicância. Depois enviaremos as nossas conclusões para o Conselho Regional de Medicina, e este avaliará se houve ou não negligência médica da parte da profissional”, informou o prefeito em exercício.
No início da manhã, a Comissão se reuniu na UPA para tratar do assunto e exigir as medidas cabíveis do Instituto Diva Alves do Brasil (IDAB), que administra a Unidade. O IDAB comunicou que já foi instaurada uma sindicância interna. Após a reunião, a prefeitura divulgou uma Nota Oficial sobre o caso.
Entenda o caso
José Wellington Tomé, teria esperado aproximadamente 15 horas, aguardando atendimento em uma maca, na Unidade de Pronto Atendimento de Palmeira dos Índios.
Segundo a sobrinha da vítima, Wellington deu entrada, na noite do último sábado (11), na unidade de emergência desacordado. A denunciante alega que o os médicos relataram que o caso era apenas de escoriações e não apresentava cuidados especiais.
Wellington passou a noite de sábado (11) desacordado e após 15 horas foi transferido para o Hospital Regional Santa Rita, sendo diagnosticado com Traumatismo Crânio Encefálico.
O paciente foi transferido para o Hospital de Emergência Drº Daniel Houly, em Arapiraca, onde foi levado com urgência para a Sala Vermelha de trauma, após exames foi constatado o Traumatismo Craniano, sete costelas fraturadas e um dos pulmões perfurado pelas costelas, devido a perfuração do pulmão, a vitima apresentava ainda hemorragia dentro do tórax.
A família afirmou ainda que Wellington permanece em estado grave, intubado e em coma no Hospital de Emergência. Revoltados com o erro grave da UPA de Palmeira dos Índios, a família informou que vai registrar o caso na Polícia Civil e denunciar á médica no Conselho Regional de Medicina (CREMAL).
NOTA OFICIAL DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

A Secretaria Municipal de Saúde de Palmeira dos Índios informa que tomou conhecimento do fato ocorrido com o paciente José Wellington Tomé da Silva e que já designou a Comissão Permanente de Acompanhamento para apurar o fato.

A Comissão se reuniu nesta segunda-feira (13), na Unidade de Pronto Atendimento de Palmeira dos Índios, para tratar do assunto e exigir as medidas cabíveis do Instituto Diva Alves do Brasil (IDAB). O IDAB por sua vez, comunicou que já foi instaurada sindicância interna e tomará as providências. A secretária Kátia Born informa que acompanha atentamente o caso e pede celeridade na conclusão do relatório geral que dirá o que houve de fato.


PM emite nota de pesar pela morte de soldado em Arapiraca

PM emite nota de pesar pela morte de soldado em Arapiraca

A soldado Laysa Avelino, que integra o 3º Batalhão de Polícia Militar sediado em Arapiraca, foi encontrada morta após, supostamente, cometer suicido neste domingo (12). A tragédia aconteceu no bairro Primavera, em Arapiraca.
Laysa ingressou na corporação em 2013 e integrou a Banda de Música, bem como prestou serviço no Policiamento Montado, ambos na Unidade Operacional do Agreste.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se manifestou e marcou para esta semana uma reunião para discutir os casos de suicídio entre policiais militares de Alagoas.
Em nota, a Polícia Militar de Alagoas afirma que a jovem foi diagnosticada com depressão e estava em tratamento. O Comando Geral da PM, emitiu nota de pesar.
Confira na íntegra:
O Comando-Geral da Polícia Militar do Estado de Alagoas lamenta com profundo pesar o falecimento da soldado Laysa Alvelino dos Santos, de 29 anos, no fim da tarde deste domingo (12), no bairro Primavera, município de Arapiraca.
A militar, que ingressou na Corporação no dia 15 de outubro de 2013, cometeu suicídio em sua própria residência segundo as primeiras informações. O SAMU foi acionado até o local do fato, porém ela já se encontrava em óbito.
A soldado foi diagnosticada com um quadro de depressão e estava fazendo tratamento. Laysa integrou por um bom período a Banda de Música, bem como prestou serviço no Policiamento Montado, ambos na Unidade Operacional do Agreste.
O Comandante-Geral da PM, coronel Marcos Sampaio, se solidariza com a família e a tropa nesse momento de tamanho sofrimento, ao tempo que se coloca à disposição dos parentes da militar para o que se fizer necessário.
“Não temos palavras para expressar os nossos sentimentos por mais uma perda em nossa corporação. Pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento de dor, e que a nossa companheira alcance o merecido repouso eterno em seu reino”, lamentou o comandante-geral.


Supremo Tribunal Federal vai decidir se crianças podem ser educadas em casa; ação opõe pais e órgãos públicos

Supremo Tribunal Federal vai decidir se crianças podem ser educadas em casa; ação opõe pais e órgãos públicos

Um julgamento marcado para o próximo dia 30 no Supremo Tribunal Federal (STF) está opondo pais de alunos e órgãos públicos. A controvérsia envolve a possibilidade de os pais tirarem os filhos da escola para ensiná-los em casa, prática chamada de educação domiciliar.
Na Corte, os ministros vão decidir se essa forma de ensino, conhecida internacionalmente como “homeschooling” e mais comum nos Estados Unidos, passa pelo crivo da Constituição.

No artigo 205, a Carta trata a educação como um “direito de todos e dever do Estado e da família”, a ser “promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”.
O objetivo, segundo a Constituição, é o “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

A ação no STF
A ação a ser julgada no STF surgiu em 2012, quando uma estudante de Canela (RS), à época com 11 anos, pediu ao juiz da cidade, com apoio dos pais, o direito de ser educada em casa.
O objetivo era derrubar decisão da Secretaria Municipal de Educação que orientava os pais a matricularem a menina, com compromisso de frequentar a escola.
Até 2011, ela havia estudado numa escola pública da cidade, mas queria cursar o ensino médio com ajuda dos pais em casa. Motivo: a escola juntava na mesma classe alunos de idades e séries diferentes.
Os colegas mais velhos, diziam os pais, tinham sexualidade avançada e falavam palavrões, o que, para eles, não refletia um critério ideal de convivência e socialização.
Os pais também discordavam de algumas “imposições pedagógicas” da escola, como o ensino do evolucionismo – a família é cristã, acredita no criacionismo e, diz a ação, “não aceita viável ou crível que os homens tenham evoluído de um macaco”.
O juiz da comarca negou o pedido. Argumentou que “o convívio em sociedade implica respeitar as diferenças” e que a escola é o primeiro lugar em que a criança se vê diante disso, no contato com colegas de diferentes “religiões, cor, preferência musical, até de nacionalidades distintas, etc”. “O mundo não é feito de iguais”, escreveu o juiz na sentença.
A decisão foi mantida na segunda instância da Justiça pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS).
A família recorreu ao Supremo Tribunal Federal e, em 2016, o ministro Luís Roberto Barroso suspendeu todas as decisões judiciais que impediam pais de educarem os filhos em casa até a uma posição final do STF sobre o assunto.
A solução a ser adotada pelo Supremo – com proibição ou permissão, com ou sem parâmetros mínimos para a prática do “homeschooling” no Brasil – valerá para todos os casos.
Pelas estatísticas do STF, existem ao menos 40 ações paradas no país, principalmente na região Sul, aguardando uma definição.
A Associação Nacional de Educação Familiar (Aned), que reúne pais e ativistas da causa, estima em ao menos 5 mil o número de famílias que ensinam cerca de 10 mil estudantes em casa – a expectativa delas é que a decisão do STF traga segurança jurídica e evite processos judiciais como no caso de Canela.
Órgãos públicos
O processo no STF colocou em polos opostos vários órgãos públicos, de um lado, e pais e associações de defensores da educação domiciliar, de outro.
Manifestaram-se contra a constitucionalidade da prática a Advocacia Geral da União (AGU), representando o Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação; além de procuradores de 19 estados do país.
Essas instituições afirmaram, em síntese, que Estado, sociedade e família devem agir de forma conjunta e não isolada na educação das crianças e adolescentes.
“Quer dizer que cada um deve cumprir o seu papel e não que todos devem atuar da mesma forma”, diz o parecer da AGU.
Outro argumento largamente utilizado é o da socialização. Para os órgãos públicos, a escola é importante para dar ao estudante experiências e visões diferentes daquelas apresentadas pela família.
“A escola é indispensável para o pleno exercício da cidadania e, na medida em que os indivíduos são orientados para respeitar a diversidade com a qual inevitavelmente terão que conviver, contribui para a erradicação da discriminação e o respeito aos direitos humanos”, diz a AGU.
Além do aspecto do convívio com alunos de valores e origens diferentes, os representantes dos estados também argumentaram que só a escola, com professores, pedagogos e assistentes, tem a capacidade de ensinar um conteúdo completo e não algo “parcializado”.
“O Estado tem o dever legal de zelar para que as crianças de hoje sejam no futuro cidadãos conscientes e com conhecimento mais amplo possível. […] Se os pais pretendem ‘filtrar’ o ensino dos seus filhos, ausente o pluralismo de ideias”, diz a manifestação do Colégio Nacional de Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal.
A Procuradoria Geral da República (PGR) adotou posição intermediária. Disse que a Constituição não proíbe “estratégias alternativas” de ensino, mas, para isso, são necessárias regras legais a fim de propiciar “socialização e formação plena”.
Sem lei aprovada pelo Congresso que permita aferir frequência e avaliação do aprendizado, o STF não poderia liberar a prática sem regras mínimas, disse a PGR.
Pais e estudiosos
Advogado e amigo da família de Canela que pediu autorização para educar a filha em casa, Julio César Tricot Santos atua no caso desde o início do processo.
Ele argumentar principalmente que, na realidade da escola pública brasileira de hoje, a socialização com outros alunos está longe de ser uma experiência positiva e enriquecedora para uma criança.
“O bullying é um problema real. O diferente nunca é aceito. Tenho uma família que veio do Maranhão para Nova Petrópolis (RS), com sotaque diferente. O menino apanhava quase todos os dias no colégio”, exemplifica.
Outro problema são as drogas e a violência. “A escola particular tem segurança na entrada e no meio. A escola pública não tem”.
Um convívio mais saudável, diz Santos, também pode ser proporcionado e monitorado de perto pela família junto a vizinhos, igrejas, clubes e atividades esportivas.
Outro aspecto crucial, para ele, é a qualidade do ensino, que vem caindo no país, na avaliação de muitos pais e conforme testes internacionais de alfabetização aos quais os alunos brasileiros são submetidos.
Os defensores do homeschooling dizem que, educadas em casa, as crianças aprendem mais porque se concentram mais nos estudos que em sala de aula, onde professores perdem tempo tentando disciplinar a classe.
Citam pesquisas em outros países, onde a prática é mais aceita, que mostram melhor rendimento dos estudantes educados em casa.
Se os resultados parecem positivos, por que os órgãos públicos são unanimemente contra?
Para o advogado Édison Prado de Andrade, com doutorado no tema pela USP e gestor da Associação Brasileira de Defesa e Promoção da Educação Familiar, tal posição é fruto de uma visão idealizada e teórica, não de uma percepção real e empírica da escola.
“Os pais lidam com a escola real. O sistema de ensino lida com a escola ideal, como deveria ser, mas não como a escola é”, diz Andrade.
Para ele, o poder público acabou absorvendo uma compreensão invertida dos papéis: se antigamente se entendia que quem educava era a família, nas últimas décadas muitos pais, mais ocupados com o trabalho, têm delegado a tarefa à escola, tida como um “depósito” para as crianças.
“O Brasil foi construindo ao longo do tempo uma ideia falsa de que a solução para todos seus problemas está na escola. Se fala em educação, mas se entende como sinônimo de escola. Quem trabalha com escola sabe que não é solução, é problema”, diz o advogado.
“A escola pública é para pobre. Quem tem renda tenta colocar em escola particular. Servidores públicos, mesmo da educação, não colocam seus filhos na escola pública. Nas escolas privadas, os pais colocam os filhos o dia inteiro como depósito”, completa.
Propostas
A rigor, um julgamento no STF sobre a constitucionalidade do “homeschooling” não pode detalhar como o método pode ser aplicado, tarefa que caberia ao Congresso, na aprovação de lei. Há, porém, a possibilidade de a Corte estabelecer condições mínimas para a prática.
Na Câmara, há três propostas que tramitam em conjunto para regulamentar a educação domiciliar.
Um projeto permite que os pais ensinem os filhos em casa, mas os obriga a matriculá-los na escola para que sejam avaliados em exames periodicamente e tenham o aprendizado inspecionado no ambiente em que estudam.
As discussões se arrastam desde 2012, mas ainda não há previsão de aprovação final pela Casa nem de remessa do texto ao Senado para votação.
Professora da Faculdade de Educação na Unicamp e com doutorado no tema, Luciane Barbosa considera a regulamentação “absolutamente necessária”, mas um grande desafio.
Para ela, a desigualdade social e econômica do país faz com a escola seja a principal ou única forma de acesso à educação da maior parte da população.
“Não basta simplesmente tornar a prática constitucional. Mas deve-se regulamentá-la de maneira que as crianças e adolescentes de camadas menos privilegiadas não tenham direitos desrespeitados. Hoje, infelizmente, obrigar a criança a ir para a escola significa, para muitos, retirá-la, ao menos em parte do dia, do trabalho infantil, da participação no tráfico”, diz.

Fonte: G1.


Rodada #20: tudo o que você precisa saber sobre Goiás x CSA

Rodada #20: tudo o que você precisa saber sobre Goiás x CSA

Goiás e CSA se reencontram e fazem nesta sexta-feira, às 19h15, em Goiânia, mais um jogo da primeira rodada do returno da Série B. Na ida, em Maceió, os alagoanos levaram a melhor. Depois de uma campanha sólida e surpreendente, os visitantes esperam manter o alto aproveitamento e seguir firme no G-4. Já o Goiás, que amargou a zona de rebaixamento no início do Brasileirão, tenta entrar na zona de acesso.
A primeira parte do objetivo proposto pelo técnico Ney Franco no Goiás foi cumprida. O treinador queria se aproximar dos concorrentes na parte de cima da tabela para entrar na briga por vaga na Primeira Divisão. O jogo desta sexta, no Olímpico, é encarado pelo time da casa como um confronto direto, já que a diferença para o CSA poderá cair para quatro pontos.

Goiás e CSA se reencontram e fazem nesta sexta-feira, às 19h15, em Goiânia, mais um jogo da primeira rodada do returno da Série B. Na ida, em Maceió, os alagoanos levaram a melhor. Depois de uma campanha sólida e surpreendente, os visitantes esperam manter o alto aproveitamento e seguir firme no G-4. Já o Goiás, que amargou a zona de rebaixamento no início do Brasileirão, tenta entrar na zona de acesso.
A primeira parte do objetivo proposto pelo técnico Ney Franco no Goiás foi cumprida. O treinador queria se aproximar dos concorrentes na parte de cima da tabela para entrar na briga por vaga na Primeira Divisão. O jogo desta sexta, no Olímpico, é encarado pelo time da casa como um confronto direto, já que a diferença para o CSA poderá cair para quatro pontos.

Goiás – Técnico: Ney Franco

O treinador esmeraldino não revelou se manterá o esquema com três zagueiros, utilizado na última rodada, ou se escala três atacantes, em formação semelhante à que vinha atuando antes da partida contra o Brasil de Pelotas. Felipe Garcia pode ser a principal novidade. O volante João Afonso entra na vaga de Gilberto.
Quem está fora: o volante Gilberto está suspenso pelo cartão vermelho recebido na última rodada.
Pendurados: Felipe Gedoz.

CSA – Técnico Marcelo Cabo

Para o jogo contra o Goiás, Cabo vai promover mudanças na equipe. Lesionado, o goleiro Lucas Frigeri (coxa) foi vetado na última quarta e não viajou. Felipe Garcia vai estrear. O zagueiro Leandro Souza,que sofreu um corte no pé, viajou com o grupo e não deve ser problema para a partida. Contratado recentemente, o meia Jhon Cley foi relacionado e fica à disposição do treinador.
Quem está fora: Frigeri, Muriel, Pingo e Walter, entregues ao departamento médico. Neto Berola (faz trabalho físico) e Rubens (não regularizado).
Pendurados: Xandão e Leandro Souza.

A arbitragem será de Igor Junio Benevenuto (MG), auxiliado por Felipe Alan Costa (MG) e Ricardo Junio de Sousa (MG).


Vice-prefeito Márcio Henrique assume Prefeitura de Palmeira dos Índios

Vice-prefeito Márcio Henrique assume Prefeitura de Palmeira dos Índios

Lucianna Araújo/Assessoria
Fotos: Diego Wendric/Assessoria

O vice-prefeito dr. Márcio Henrique assume interinamente a Prefeitura de Palmeira dos Índios até a próxima quarta-feira (15), enquanto o prefeito Júlio Cezar cumpre agenda de trabalho no Rio Grande do Sul. Durante a transmissão de cargo, que aconteceu hoje (9) no gabinete do prefeito, Márcio Henrique agradeceu a confiança de Júlio Cezar em entregar a administração do Governo Municipal durante os próximos cinco dias. A solenidade aconteceu na presença de secretários municipais e de familiares do dr. Márcio.

Márcio Henrique disse que todas as ações do governo terão continuidade e ocorrerão normalmente. “Agradeço ao Júlio pela confiança e pretendo trabalhar da melhor maneira para atender as necessidades do município, dando continuidade ao excelente trabalho e ações que estão sendo desenvolvido pela equipe de governo. Parabenizo a todos e garanto que serei atuante durante esse período”, disse dr. Márcio.

Júlio Cezar destacou que a confiança depositada em Márcio Henrique e o amor que ele destina ao município o faz transmitir o cargo com total segurança. “A partir de hoje me afasto do cargo para o vice Márcio Henrique assumir. E esse é um gesto de relação de confiança, respeito e amor. Acho que isso nunca foi feito aqui em Palmeira, um vice assumir a prefeitura. Terei uma agenda de trabalho no Rio Grande do Sul, para organizar tudo para que o Natal de Luz seja ainda mais bonito do que o do ano passado”, explicou o prefeito Júlio.

E continuou. “O nosso governo é de diálogo e, com muita confiança, entrego o cargo para que o Márcio conduza as ações do governo da melhor forma. E sei que ele vai fazer do mesmo jeito que eu. Nossa equipe está à disposição para que ele trabalhe da melhor maneira possível e do jeito que Palmeira merece”, finalizou Júlio Cezar.


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