Casos de coronavírus no Brasil em 2 de abril

Casos de coronavírus no Brasil em 2 de abril

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 8h55 desta quinta-feira (2), 6.932 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 246 mortes pela Covid-19.

Sergipe confirmou duas mortes pela doença no estado: uma mulher de 61 anos que era diabética, hipertensa, com histórico de doença vascular periférica; e um homem de 60 anos, hipertenso, que havia chegado de São Paulo há 15 dias.

O avanço da doença está acelerado: foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de fevereiro a 21 de março). Outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de março) e quase 4.000 casos de 27 de março a 1º de abril, quando a contagem acumulada bateu quase 7.000 infectados.


Policiais são suspeitos de matar a tiros comerciante no bairro da Serraria

Policiais são suspeitos de matar a tiros comerciante no bairro da Serraria

Os principais suspeitos de matarem a tiros um comerciante, na noite dessa quarta-feira (1º), no bairro da Serraria, são um policial militar, um penal e um senhor de 58 anos. A informação consta no relatório do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) desta quinta-feira (2). O empresário foi morto em uma suposta tentativa de assalto no conjunto José Tenório.

Segundo as informações, os suspeitos são um cabo da Polícia Militar de 32 anos – que já foi recolhido para o presídio -, um policial penal de 37 anos e um homem de 58 anos de idade. Todos foram presos e encaminhados à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a polícia, a vítima foi identificada como José da Silva Maia Neto, de 42 anos, atingido por cinco disparos de arma de fogo nas regiões das costas, cabeça e pescoço.

O crime

Empresário foi morto em uma suposta tentativa de assalto no conjunto José Tenório

Uma moradora relatou que os criminosos teriam abordado a vítima em uma padaria. Ainda não há informações se o homem reagiu à abordagem.

Uma equipe da Radiopatrulha (RP) passava pelo local e flagrou o momento da fuga dos suspeitos. Houve perseguição e troca de tiros e a polícia conseguiu interceptar o veículo utilizado pelo trio no conjunto José Tenório.

Um dos suspeitos foi baleado na mão e foi socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde recebeu atendimento médico e foi liberado. O trio foi preso em flagrante e encaminhado à DHPP.


Mais de 93% dos pequenos negócios tiveram queda nas vendas

Mais de 93% dos pequenos negócios tiveram queda nas vendas

O Sebrae em Alagoas realizou, no período de 28 a 30 de março, uma pesquisa para identificar o impacto econômico da crise provocada pela pandemia do coronavírus nas micro e pequenas empresas alagoanas. De acordo com a pesquisa, mais de 93% dos pequenos negócios tiveram queda nas vendas e, consequentemente, no faturamento. Contratos cancelados, expansão de vendas online, teletrabalho e cortes de premiação são as medidas tomadas pelas empresas neste momento de crise.

O levantamento mostrou que 73% mantiveram seus funcionários nos postos de trabalho, apesar da queda no faturamento e que, caso o fechamento total da economia dure mais de dois meses, as empresas pretendem tomar medidas alternativas antes da demissão. As principais delas são home office, expansão das vendas online, suspensão de pagamento de fornecedores, férias coletivas e empréstimos. Mesmo assim, um terço das empresas de pequeno porte poderão fechar suas portas.

A pesquisa mostrou ainda ser possível salvar grande parte dos empreendimentos com o esforço do governo, bancos, agências de fomento e cooperativas de crédito. Somente 12,1% das empresas precisariam contrair mais de R$ 100 mil para manter os negócios. Para mais de 46% dos entrevistados, linhas de crédito entre R$ 15 mil (microcrédito) e R$ 50 mil seriam o suficiente, e 15,6% das empresas pediriam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Além da possibilidade de adquirir empréstimos, as empresas consideram fundamental que o governo aplique algumas medidas. 43% delas sugeriram subsídios para pagamento de salários; 21,7%, a redução de impostos e taxas; 21,1%, a adoção de linhas de crédito diferenciada e 10,4%, o aumento de prazos de pagamento das obrigações das empresas. Ao todo, foram ouvidos 641 empreendedores.

Microempreendedor individual (MEI), o cabeleireiro Alan Bernardes sente os efeitos provocados pela pandemia do novo coronavírus. Ele conta que, no dia que o Governo do Estado decretou situação de emergência em Alagoas, em 20 de março, ao final do expediente, ele juntou o dinheiro que havia no caixa e dividiu entre si e seus funcionários. “Esse rateio não significou nem um terço do que eles deveriam receber agora no final do mês”, diz o empreendedor, reconhecendo que não sabe quando poderá pagar o restante dos salários.

Ele se diz perdido sobre o que fazer diante da situação. “Essa é uma situação nova, que ninguém ainda viveu, então a gente não sabe o que fazer, está todo mundo dando cabeçada. Tem aparecido muitos especialistas na mídia dando pitaco, dando sugestões, mas são mais no sentido de encorajar as pessoas para que não baixem a guarda, não desistam, tenham esperança, porque o conteúdo, na verdade, ele é inócuo porque as pessoas nunca passaram por isso, então ninguém tem experiência para poder ajudar o outro dando conselhos sobre essa situação”, afirma.

Alan Bernardes considera inevitáveis demissões. “Com certeza vai ter demissão, já está tendo demissão, porque eu já soube que tem algumas lojas que vendem para salão de beleza e que têm um quadro de funcionários muito grande que já estão demitindo. Alguns anteciparam férias e outros já demitiram. Tem alguns funcionários nessas lojas que prestavam serviço e que já foram mandados para casa. Então, a gente já percebe que está acontecendo. Agora, no meu entendimento, o pior de tudo isso é nosso cliente. Nosso cliente está em casa, sumiu, quando acabar tudo isso, como é que ele vai se comportar, ele vai procurar o nosso serviço, ele vai ter condições de utilizar o serviço da gente na mesma proporção que utilizava anteriormente? São perguntas que tiram o sono”.

Na opinião de Alan, a empresa mais prejudicada é o MEI. Para justificar, ele cita as barbearias, um segmento em alta no Estado. “A maioria das barbearias trabalha terceirizando o MEI. Eles contratam o profissional barbeiro para prestar serviço dentro dessa barbearia como MEI, então ele é autônomo, ele produz o serviço, e ele deixa uma parte para o salão, e a maior parte desse serviço fica com ele. Então praticamente ele é patrão dele mesmo, então o MEI é quem mais vai sofrer, pois a a empresa que absorve o MEI tem mais estrutura, ela deve ter um capital de giro, por menor que seja, para aguentar um tempo maior. Por dois meses, eu acredito que seja o limite né, no caso da pequena empresa. Mas o MEI, ele não consegue porque ele trabalha de manhã para pagar custos à tarde, ele está produzindo, ele está pagando, é uma roda giratória, então ele precisa do cliente todo dia, então esse pessoal está em dificuldade”.

Alternativa

Resistente ao delivery, até então, o proprietário da Sorveteria Belo Monte, José Ivanildo Lima, encontrou no serviço uma forma de minimizar os prejuízos causados pela pandemia do novo coronavírus. Ele conta que a demora em adotar o serviço foi porque, acompanhando as redes sociais, via muitas reclamações de clientes, principalmente em relação à demora na entrega de pedidos. Entretanto, segundo ele, quando o governo do Estado decretou o fechamento temporário dos estabelecimentos comerciais, tudo mudou.

“Fiquei muito preocupado, pois já estávamos acostumados a uma rotina e, de repente, isso aconteceu”, diz. Ivanildo relata que no domingo seguinte após o decreto governamental ele recebeu a ligação de vários clientes perguntando se a sorveteria estava funcionando, e que uma cliente em especial despertou nele a ideia de adotar o delivery. “Ela me perguntou como ficaria a quarentena sem o sorvete Belo Monte. Na terça-feira mesmo reagimos e começamos a fazer entrega. Contratamos um motoboy e começamos a ver o quanto estávamos errando por não termos feito isso antes”, diz o empresário que conseguiu, com o serviço, manter o faturamento da empresa no patamar aproximado de 50%.

Hoje ele reconhece a importância do serviço e diz que vai mantê-lo por acreditar que a medida vai ajudá-lo a sair da crise. “Tendo em vista que está difícil, pois não temos experiência, mas tudo é um aprendizado.

Oportunidade

Com sua empresa formalizada há um mês, a proprietária da Bem Natú, Francine Cândido estava voltando de um curso em cosmetologia em Campinas, São Paulo, quando viu que a Unicamp havia suspendido as aulas devido à pandemia do novo coronavírus. “Meu primeiro pensamento foi: ‘agora meus planos foram por água abaixo’. Com uma empresa iniciando, pouco dinheiro para investir e uma filha morando nos Estados Unidos e precisando retornar, então passei a primeira semana nesse dilema de trazê-la de volta”, relata.

Com a filha de volta ao Brasil, Francine diz que foi durante a quarentena vivida pela família que ela teve a oportunidade de refletir sobre os negócios. “Primeiro agradeci a Deus por não ter iniciado a comercialização dos meus produtos, pois não teria um prejuízo financeiro grande, mas, em contrapartida, estaria um pouco estacionada. Foi quando comecei a partilhar nas minhas redes sociais como estava enfrentando tudo isso”.

Ela diz que ouviu relatos a exemplo de uma arquiteta que está fazendo ovos de Páscoa, de um surfista que abriu um delivery na Praia do Francês, de uma empresa de assessoria digital crescendo diante da situação, de uma desempregada que está fazendo pão caseiro. “Enfim, muitas histórias de readaptação e ressignificação no momento de crise”.

Com isso, ela decidiu lançar nas próximas semanas três produtos: álcool gel aromatizado com óleo essencial calmante e antiviral, sabonete líquido antisséptico e creme hidratante para as mãos. “Eu não posso dizer que não estou preocupada diante do cenário do sistema de saúde do qual faço parte e do cenário econômico. Mas acredito que se mantivermos a calma, o cérebro funciona melhor e podemos ter a capacidade de pensar, não só para si, mas também para ajudar o outro. Esse é um tempo de ressignificação. E para o empreendedor, seja ele de que tamanho for, manter a calma atrai criatividade”, afirma.

Apoio do Sebrae

Com o propósito de ajudar os empreendedores a se fortalecerem para enfrentar a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Sebrae em Alagoas ampliou o atendimento digital.

“Nesse momento de crise, nesse momento de quarentena, em que tornou-se impraticável para nós continuarmos com o atendimento presencial e que apenas através de canais digitais, do 0800 570 0800, do nosso portal, WhatsApp, nós estamos tendo condições de ter contato com os empreendedores. Temos ouvido, desde o início da crise, diariamente, todos os empreendedores que têm nos procurado. Temos também ligado para nossos clientes, aqueles que já participaram de cursos, treinamentos, consultorias, exatamente para saber como eles estão, sentir a temperatura desse momento tão desafiador”, diz o diretor técnico do Sebrae em Alagoas, Vinicius Lages.

Ele reconhece as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores com a quarentena, considerada fundamental para o achatamento da curva de propagação da contaminação do coronavírus, e diz ser importante ter muita calma, muita perseverança e muita compreensão do momento vivido.

Ele afirma que o Sebrae tem atuado em três frentes: “Uma que é a manutenção da frente que nós temos, histórica em termos de política pública. Nós temos ajudado o governo federal nessas medidas que têm saído hoje, do Banco Central, do BNDES. As medidas que têm saído do Ministério da Economia têm o braço do Sebrae, têm o acompanhamento do Sebrae, têm o envolvimento do Sebrae. Estamos em rede no desenho dessas medidas no Brasil inteiro, os diretores do Sebrae junto com a direção nacional ajudando o governo a desenhar as melhores medidas para enfrentar esse momento tão desafiador. Nós temos fortalecido a nossa capacidade digital, colocando aí conteúdos importantes para ajudar os empresários a transitarem nesse período de crise, porque a gente sabe que muitos dos negócios não têm condições de funcionar da forma digital através de aplicativos, através do e-commerce”.

Vinícius Lages reconhece ser difícil para muitos negócios fazerem a transição, “e mesmo aqueles que já fizeram alguma transição, nós temos ouvido diariamente. Não é tão fácil enfrentar uma queda de faturamento, tendo que manter os custos e as obrigações. Então nós nos solidarizamos nesse momento e colocamos toda a nossa energia para que nós possamos rapidamente superar esse momento tão crítico”.

O diretor técnico diz que o Sebrae em Alagoas está juntamente com o governo estadual acompanhando as medidas tomadas pelo governo federal e repassando essas informações por meio dos canais digitais da instituição. “Portanto, pra todos vocês que têm a necessidade de nos procurar para interagir, para ajudá-los nesse momento de transição, procure o Sebrae através dos canais, que estamos funcionando diariamente, recebendo dezenas de ligações, dezenas de interações no site, no chat e também através do WhatsApp. Portanto, esperamos que logo a gente supere essa crise e saiamos ainda mais fortalecidos na nossa relação para enfrentarmos os desafios no futuro”.


Alagoas vai receber quase 7 mil testes rápidos para o novo coronavírus

Alagoas vai receber quase 7 mil testes rápidos para o novo coronavírus

Alagoas deve receber, nos próximos dias, quase 7 mil kits de testes de diagnósticos rápidos para o novo coronavírus. A informação foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), por meio das redes sociais.

A distribuição do primeiro lote, contendo cerca de 500 mil unidades destes exames, destinadas a todas as unidades da Federação, já foi iniciada. A logística será feita pelas Forças Armadas.

De acordo com o presidente da República, neste primeiro momento, vão ser destinados, para Alagoas, 6.986 testes rápidos para a covid-19.

“Com estes testes, os resultados saem em até 20 minutos e atenderão profissionais que atuam em serviços de Saúde e agentes de Segurança e demandas sociais iniciais”, escreveu Bolsonaro. Segundo ele, até o fim de abril, o Brasil vai receber 4,5 milhões de testes rápidos.

O último boletim, divulgado na noite dessa quarta-feira, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), informa que Alagoas tem 18 casos confirmados da covid-19, 344 casos suspeitos, 302 descartados por critério laboratorial e um óbito. Dos atestados, 17 são de Maceió e um de Porto Real do Colégio.

A primeira vítima fatal da doença no Estado é um acreano, de 64 anos, que morava há 6 anos, em Alagoas, e com histórico de diabetes. Ele estava internado em leito de terapia intensiva da UPA [Unidade de Pronto Atendimento] do Trapiche da Barra.


Bolsonaro sanciona MP da renda básica emergencial

Bolsonaro sanciona MP da renda básica emergencial

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na tarde desta quarta-feira (1º), a Medida Provisória (MP) que cria uma renda básica emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa, durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

A informação foi confirmada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Jorge Oliveira, em uma postagem no Twitter. A medida teve a votação concluída no Senado na segunda-feira (30) e agora será regulamentada por meio de um decreto.

O líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), informou que o texto sancionado por Bolsonaro contém três vetos, que ainda não foram publicizados pela Presidência da República.

A liberação dos recursos também depende da abertura de um crédito extraordinário no Orçamento federal. O pagamento será efetuado ao longo de três meses, com operacionalização pelas redes dos bancos públicos federais: Caixa Econômica Federal, casas lotéricas, Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB), após o cruzamento de dados para definir quem tem direito ao benefício.

Pelas regras contidas no projeto de auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito benefício, como não ter emprego formal; não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro anunciou novas medidas para enfrentar a crise gerada pela pandemia da covid-19, inlcuindo uma MP para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. Serão liberados R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento. Os detalhes da medida serão informados pelo Ministério da Economia.


Felipe é o décimo eliminado do BBB20, com 56,73% dos votos

Felipe é o décimo eliminado do BBB20, com 56,73% dos votos

Depois de encerrar a votação do Paredão entre Felipe, Manu e Mari, Tiago Leifert entra em contato com os brothers e as sisters. O apresentador discursa: “Alguém vai sofrer a síndrome da reta final, porque agora, e a partir de agora, que as grandes viradas acontecem nesse jogo”.

Na sequência, Leifert afirma: “Você quer ter razão ou você quer ganhar o Big Brother Brasil. Você vai ter que escolher”. Em seguida, o apresentador anuncia: “Nos próximos dias, vocês vão ter que fazer escolhas muito duras. Tenham a coragem que o BBB necessita”.

Leifert diz que Mari está salva: “Mari, você ficou em terceiro. Você está salva. Mas não relaxa. Vai ficar difícil cada vez mais a partir de agora”.

Logo após o intervalo, o apresentador continua: “Vocês são opostos. Vocês são muito diferentes. Eu acho que falta, na Manu, um pouco do sangue do Prior, e falta, no Prior, um pouco da frieza da Manu”.

Felipe é o décimo eliminado do BBB20, com 56,73% dos votos. Manu recebeu 42,51%. Mari recebeu 0,76%.

Na sala, o arquiteto é abraçado por Babu. Logo depois, eles se dirigem à área externa. Em frente à porta da Eliminação, Rafa declara: “A gente, de verdade, gostava muito de você. E perdoa se, de alguma forma, eu te machiquei”. Aos participantes, o eliminado afirma: “Para quem fica, boa sorte aí para vocês”.

Após deixar o confinamento, o paulistano é recebido pelo apresentador. Leifert diz para Felipe que esse Paredão detém o recorde de votação da história do Big Brother Brasil. Foram mais de um bilhão e meio de votos!

Na sequência, Felipe aponta: “Eu acho que, de início, no começo do programa, aqueles fatos que ocorreram me desestabilizaram muito. Eu renasci, só que eu já estava esgotado com o pessoal. Eu não aguentava mais. Estava vendo muita hipocrisia nas pessoas”.

Sobre Babu, o arquiteto diz: “Eu estava, na realidade, querendo defender ele. Talvez eu me prejudiquei em relação a isso. Querer combinar um voto em uma festa me prejudicou”.


Acidente entre dois carros deixa quatro mortos e feridos em Feira Grande

Acidente entre dois carros deixa quatro mortos e feridos em Feira Grande

Quatro pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas na noite de terça-feira (31) em um acidente entre dois carros na cidade de Feira Grande, Agreste de Alagoas.

Segundo informações do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), o acidente ocorreu entre um Gol e um Ônix. Eles colidiram frontalmente.

Oito pessoas estavam no Gol. Quatro delas morreram no local, entre os mortos estão duas crianças uma de dois anos e outra recém-nascida.

Carlos Eduardo Pereira da Silva, Fernanda Martiliano e Valdinete Bezera de Melo estavam no Gol e foram socorridas para o Hospital de Emergência do Agreste. Um pessoa que não foi identificada também foi socorrida.

O motorista do Ônix também ficou ferido e foi levado para o hospital.


Justiça determina prisão domiciliar a presos que estão no grupo de risco do coronavírus

Justiça determina prisão domiciliar a presos que estão no grupo de risco do coronavírus

A Justiça determinou a prisão domiciliar de presidiários do sistema prisional de Alagoas que fazem parte do grupo de risco da Covid-19. A decisão foi provocada por uma ação da Defensoria Pública, que apontou risco de contaminação pelo novo coronavírus. A Vara de Execuções Penais informou que analisa os casos e que ainda não houve nenhuma prisão domiciliar concedida.

Segundo a Defensoria Pública de Alagoas, a determinação do Tribunal de Justiça de Alagoas para que que a Vara de Execuções Penais analisasse os casos de presos condenados que poderão ter direito à prisão domiciliar foi proferida no último sábado (28).

O TJ-AL informou nesta manhã que o juiz José Braga Neto, titular da 16ª Vara de Execuções Penais, está fazendo levantamentos e diligências para definir com precisão quais presos devem ser colocados em prisão domiciliar. Ainda segundo o TJ, não há uma data para que isso aconteça.

Segundo a Defensoria, a medida busca preservar a saúde dos presos que fazem parte do grupo de risco como idosos, gestantes, doentes crônicos e pessoas com doenças respiratórias, diabetes, tuberculose, doenças renais, HIV e coinfecções.

O pedido de prisão domiciliar humanitária tem como base a recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Quanto aos presos provisórios, a Defensoria comunicou que vai requisitar a prisão humanitária individualmente, em cada processo.

Conforme os defensores públicos que assinaram o pedido, a realidade de superlotação carcerária alagoana favorecerá a propagação descontrolada da Covid-19.

A assessoria da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) informou que a gerência de saúde do sistema prisional está concluindo o levantamento dos presos que se enquadram no grupo de risco.

Segundo a secretaria, todos os presos estão sendo monitorados por equipes de saúde e, até esta terça, não há registro de caso suspeito nas unidades prisionais. Ainda segundo a Seris, todas as medidas de prevenção ao novo coronavírus estão sendo adotadas pela gestão prisional.


Maceió registra a primeira morte do estado por coronavírus

Maceió registra a primeira morte do estado por coronavírus

A primeira morte em Alagoas provocada pela Covid-19 foi anunciada hoje pelo governo do estado. Trata-se de um homem de 63 anos que estava internado em Maceió.

O paciente era cidadão acreano e estava morando em Alagoas há apenas seis meses. Ainda segundo o governo, ele não tinha histórico de viagem recente.

O óbito foi registrado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Trapiche, onde o homem estava internado e fazendo uso de respiração artificial em leito de tratamento intensivo.

Essa é a primeira morte causada pelo coronavírus em Alagoas até o momento. O estado contabilizava, até essa segunda-feira (30), 17 casos confirmados da doença e 289 casos suspeitos.

Em entrevista à TV Ponta Verde, o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, afirmou que a esposa e outros familiares da vítima estão isolados, com sintomas da doença, e sendo monitorados pelo estado.

De acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), do total de casos confirmados, 13 residem no Estado, sendo 12 em Maceió, e um em Porto Real do Colégio. Dos demais, dois moram no Rio de Janeiro e dois em Brasília.


Brasil tem 165 mortos e 4,6 mil infectados pela Covid-19

Brasil tem 165 mortos e 4,6 mil infectados pela Covid-19

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 6h desta terça-feira (31), 4.661 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil com 165 mortos.
São Paulo registra 113 mortes e o Rio de Janeiro tem 18 casos fatais da doença.

A secretaria estadual de Saúde do Rio Grande do Sul a quarta morte no estado. Já o governo de Minas registrou a primeira morte pela doença e o numero de casos chegou a 261. Pernambuco registra mais uma morte e chega a seis no total. Rondônia registrou a primeira morte pela Covid-19. A Bahia registrou o segundo caso fatal da doença na noite desta segunda-feira. Piauí já tem quatro mortos. Santa Catarina confirmou a segunda morte pelo vírus no estado.
O Ministério da Saúde atualizou seus números na tarde de segunda-feira (30), informando que o Brasil tem 159 mortes e 4.579 casos confirmados de coronavírus.
O avanço da doença está acelerado: foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de fevereiro a 21 de março). No entanto, os outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de março).


Idosa morre atropelada ao observar cheia de rio em Santana do Ipanema

Idosa morre atropelada ao observar cheia de rio em Santana do Ipanema

Uma senhora identificada como Terezinha dos Santos Guimarães, de 71 anos, morreu após ser atropelada na ponte da Barragem, no município de Santana do Ipanema, na noite dessa segunda-feira (30). Segundo informações, a idosa estava observando a enchente do rio Ipanema, quando foi atingida por uma motocicleta.
Com o impacto, a vítima foi arremessada por alguns metros e bateu a cabeça no acostamento, vindo a falecer. Já a condutora da moto, Júlia Vieira de Melo, de 23 anos, sofreu algumas escoriações e foi levada até o Hospital Regional de Santana do Ipanema.

De acordo com os familiares, a condutora não possuía Carteira de Habilitação, conforme informaram agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que estiveram na ocorrência.


Senado aprova auxílio de R$ 600 a trabalhadores informais por três meses

Senado aprova auxílio de R$ 600 a trabalhadores informais por três meses

O projeto que estabelece o pagamento de um auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, incluindo autônomos, foi aprovado pelo Senado. O contrato intermitente deve durar por três meses. O texto agora vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O senador Fernando Collor (Pros) votou favorável ao texto da proposta.
O auxílio de R$ 600, conhecido como “coronavoucher”, tem como objetivo amenizar dificuldades financeiras da população mais carente durante a pandemia da covid-19, doença causada pelo coronavírus, devido ao isolamento social recomendado pelo Ministério da Saúde e pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para evitar a propagação do vírus.
Líderes do Senado concordaram hoje em não fazer alterações que mudassem o mérito do projeto aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados para não adiar o pagamento dos R$ 600. Se sofresse mudanças, teria de ser analisado de novo pelos deputados federais.
Inicialmente, o governo federal havia proposto auxílio de R$ 200. No entanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que votariam o valor de R$ 500. A avaliação do Congresso Nacional era de que R$ 200 seriam insuficientes. Ao longo da sessão, Bolsonaro disse que aceitava subir o benefício para R$ 600.
O projeto foi aprovado hoje no Senado por unanimidade e contou com orientação favorável de todos os partidos. “Este auxílio servirá exatamente para evitar que milhões de brasileiros caiam na pobreza ou sofram ainda mais com ela, em meio à severa crise econômica que se desenha decorrente do isolamento social necessário para evitar as mortes pelo novo coronavírus”, escreveu o relator do projeto, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).
A expectativa do senador é que sejam feitos mais de 30 milhões de pagamentos mensais, segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente. Segundo o relatório, o impacto fiscal pode chegar a R$ 60 bilhões em 2020.
“Consideramos que tal impacto é plenamente absorvível, exatamente porque é temporário. O auxílio não constitui despesa obrigatória de caráter continuado para fins da Lei de Responsabilidade Fiscal”, justificou Vieira.
Após a aprovação, Alcolumbre pediu a Bolsonaro, no Twitter, que sancione imediatamente o projeto.
Ao longo da sessão, parte dos senadores criticou o fato de o governo ter sugerido auxílio de R$ 200, além das saídas à rua de Bolsonaro enquanto se recomenda o isolamento social para evitar a transmissão do coronavírus. No início da sessão, um manifesto assinado por líderes do Senado a favor do isolamento foi lido em reação às falas recentes do presidente da República.
Senado fará novo projeto para ampliar beneficiados
Para abranger mais categorias e pessoas como aptas a receber o benefício, o Senado vai elaborar um novo projeto com base em sugestões apresentadas e não contempladas para que o texto aprovado hoje já fosse à sanção presidencial. Deverão ser incluídos, por exemplo, taxistas, pescadores artesanais, mães menores de idade, indígenas, caminhoneiros e músicos.
“Nós temos vários projetos no Senado que tratam de temas similares. Esses projetos serão todos apensados, receberemos as sugestões de emendas de mérito do projeto que será votado hoje e tudo isso será colocado sob um só guarda-chuva”, disse o vice-presidente do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG).
Anastasia comanda a Casa enquanto o presidente, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), se recupera de infecção pelo coronavírus. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), afastado após também ser infectado, se recuperou e voltou a participar hoje das sessões do Senado.
O relator do novo projeto será o senador Esperidião Amin (PP-SC). A expectativa é que o texto seja discutido e votado nesta terça-feira (31) pelo Senado. Se aprovado, segue para análise da Câmara dos Deputados, seguindo a tramitação usual.
Critérios para o benefício de R$ 600
O projeto estabelece que, no período de três meses, o auxílio poderá ser concedido ao trabalhador maior de 18 anos, que não tenha emprego formal e cuja renda familiar mensal seja de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou de até meio salário mínimo (R$ 522,50) por pessoa. A renda familiar é a soma dos rendimentos brutos de todos os membros de uma mesma casa.
A pessoa também não pode receber aposentadoria, seguro-desemprego ou benefício de outro programa de transferência de renda federal a não ser o Bolsa Família. Se receber o Bolsa Família, o trabalhador receberá o benefício de maior valor de forma automática.
Ainda, não pode ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, em 2018. O benefício poderá ser pago a até dois membros da mesma família. A proposta estabelece que se a mãe de família for a única trabalhadora e responsável pelo lar terá direito ao valor de R$ 1,2 mil mensais.
Outro pré-requisito é que a pessoa atenda a uma das seguintes condições: ser microempreendedor individual (MEI), contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social assim como trabalhador informal inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) até 20 de março deste ano.
Quem não estava inscrito até a data poderá fazer uma autodeclaração para ter acesso ao benefício. A regularidade da situação do trabalhador deverá ser verificada pelo governo posteriormente.
Segundo o relatório do projeto no Senado, os trabalhadores por conta-própria “não registrados como MEI ou contribuinte individual da Previdência também receberão o benefício” desde que cumpram os demais pré-requisitos.
O auxílio será pago por bancos públicos federais em conta tipo poupança social digital, de forma automática, sem necessidade de apresentação de documentos nem tarifas de manutenção.
O texto prevê que os beneficiários não paguem pela transferência dos valores para uma conta bancária de uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo BC (Banco Central).
Segundo o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, o pagamento será feito por meio do sistema da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste, lotéricas e dos Correios.
Apesar disso, ele afirmou que o sistema para concessão dos benefícios ainda não está pronto e pediu que a população não vá às agências bancárias. Depois que o projeto for sancionado, será preciso a edição de um decreto para regulamentar o pagamento do benefício e de uma MP (Medida Provisória) para liberar os recursos, informou.
O projeto também amplia, de maneira gradual e temporária, a quantidade de pessoas que podem requisitar o BPC (Benefício da Prestação Continuada), voltado a deficientes e idosos carentes. A medida pode pôr fim a uma disputa entre governo e Congresso Nacional que chegou ao TCU (Tribunal de Contas da União).
O texto expande o critério de concessão do BPC para famílias com renda de até um quarto do salário mínimo até dezembro de 2020. A partir de 2021 esse limite volta para até meio salário mínimo por pessoa. Os valores vão depender do grau de deficiência ou renda do beneficiário.


Espanha registra pico de mortes em um dia: foram 849 nas últimas 24 h

Espanha registra pico de mortes em um dia: foram 849 nas últimas 24 h

O Ministério da Saúde da Espanha informou nesta terça-feira (31) que, nas últimas 24 horas, o país teve 849 mortes por Covid-19. O número é o mais alto desde o início da pandemia de coronavírus.
A cifra voltou a subir após uma leve queda na segunda-feira, quando foram registradas 812 vítimas por complicações da Covid-19. O pico anterior foi no sábado (28), quando o país havia registrado 832 mortes.

Com ao menos 8.189 mortes, a Espanha é o segundo país no mundo que mais teve vítimas nesta pandemia de coronavírus, ficando atrás apenas da Itália que ultrapassou as 11,5 mil mortes.
As autoridades espanholas informaram também que, em 24 horas, detectaram mais de 9,2 mil contágios da doença. Com isso, o número de casos diagnosticados supera 94,4 mil. Foi o maior aumento diário em confirmações.


Moro autoriza uso da Força Nacional para dar apoio às medidas contra a Covid-19

Moro autoriza uso da Força Nacional para dar apoio às medidas contra a Covid-19

Uma portaria do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, autorizou o emprego da Força Nacional de Segurança Pública para dar apoio ao Ministério da Saúde nas ações de combate ao novo coronavírus.
A decisão sobre o emprego da Força Nacional foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, vale até o dia 28 de maio, pode ser prorrogada e ficará a cargo do Ministério da Justiça em acordo com os estados ou municípios.

Autorizações para o uso da Força Nacional já foram concedidas por Moro em ocasiões como durante onda de ataques a ônibus e prédios públicos no Ceará no início do ano passado, no combate às queimadas na Amazônia e em terra indígena do Maranhão após caciques serem assassinados.
A medida desta segunda-feira tem como objetivo, por exemplo: dar auxílio a profissionais de saúde nos atendimentos relacionados ao novo coronavírus dar segurança no funcionamento de centros de saúde (hospitais, UPAs, etc) garantir segurança na distribuição e armazenamento de itens médicos, farmacêuticos, alimentícios e de higiene, garantia da segurança e auxílio no controle sanitário realizado em portos, aeroportos, rodovias e centros urbanos.
Medidas coercitivas para realizar exames
A portaria também prevê que a Força Nacional possa atuar na “aplicação das medidas coercitivas previstas” na legislação que trata da obrigatoriedade da realização de exames médicos, testes laboratoriais e o isolamento.
O texto faz referência à lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, assinada como forma de combate ao novo coronavírus, e à portaria interministerial nº 5, de 17 de março de 2020, que trata da compulsoriedade (obrigatoriedade) de medidas que o governo pode tomar.
Atividades de campanha e coordenação com estados
Segundo o texto desta segunda-feira, as ações de apoio da Força Nacional poderão compreender atividades de campanhas de prevenção ou proteção de locais para a realização de testes rápidos por agentes da saúde públicas e patrulhamento e guarda ostensiva para evitar saques e vandalismo.
A portaria diz anda que “o detalhamento das ações deverá ser planejado com o Ministério da Saúde”, mas deverão ser coordenadas com os governos dos estados e do Distrito Federal.
O tamanho do efetivo de policiais que será usado na ação não é informado na portaria.


Socioeducando é espancado e enforcado dentro de unidade de internação em Maceió

Socioeducando é espancado e enforcado dentro de unidade de internação em Maceió

Um socioeducando foi enforcado até a morte, na noite dessa segunda-feira (30), dentro do alojamento da Unidade de Internação Masculina Extensão (UIME), que fica localizada no Complexo Socioeducativo, no bairro do Tabuleiro do Martins. Segundo informações da Superintendência de Medidas Socioeducativas (SUMESE), a vítima teria sido enforcada com um lençol por outro interno.
Conforme a superintendência, o jovem Isaías Mizael da Silva, de 20 anos, estava em um alojamento com outros quatro socioeducandos, todos com idade entre 18 e 20 anos. Um dos outros socioeducandos afirmou que utilizou um lençol para atacar o outro por meio de enforcamento. O caso está sendo investigado e deve apontar a motivação para o crime.

Uma equipe do Instituto de Criminalística (IC) foi acionada ao local para os primeiros levantamentos no corpo, que foi recolhido, em seguida, pelo Instituto Médico Legal (IML). Por telefone, este órgão informou à produção da Rádio Gazeta que a vítima também sofreu espancamentos na unidade.
O caso já foi informado ao Juizado da Infância, e uma sindicância interna também será instaurada para ajudar nas investigações.
CONFIRA NOTA DA SUMESE
A Superintendência de Medidas Socioeducativas (SUMESE) vem por meio desta nota confirmar que um socioeducando foi morto, na noite desta segunda-feira (30), dentro de um dos alojamentos da Unidade de Internação Masculina Extensão (UIME), que fica localizada no Complexo Socioeducativo, no bairro do Tabuleiro do Martins.
O jovem Isaías Mizael da Silva, de 20 anos, estava em um alojamento com outros quatro socioeducandos, todos com idade entre 18 e 20 anos. Um dos outros socioeducandos assumiu a culpa pelo ocorrido, informando que utilizou um lençol para atacar o outro por meio de enforcamento. Uma investigação será realizada para apurar os fatos e os motivos com mais clareza.
A Perícia Oficial foi acionada ao local e iniciou o processo para investigação por meio do flagrante. O caso foi prontamente informado ao Juizado da Infância e uma sindicância interna também será instaurada para ajudar nas investigações.